"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis". ________________________________________________________

segunda-feira, 19 de julho de 2010

"DATAS CÍVICAS NA EMAC"

No dia 10 de julho de 2010 (sábado) houve diversas apresentações cívicas envolvendo alunos, professores e funcionários da Escola Municipal Alcino Carneiro, Alcinópolis- MS, onde muitos temas foram abordados.
Os temas “escravidão e indígenas” foram trabalhados com os alunos do 1º ano “A” e “B” nas apresentações de capoeira e a história de um indiozinho (retirando sons do próprio corpo).





















Num trabalho de equipe, os professores uniram-se para que o evento transcorresse dentro dos planejamentos. Os temas foram divididos por salas logo no início do segundo bimestre escolar. A partir daí via-se a movimentação de várias atividades, seja na produção de materiais ou na preparação das apresentações (ensaios).
Durante o tempo de preparação contei com o apoio de vários colegas de trabalho, dentre elas a professora Carina (Arte) que teve a ideia de trabalhar dentro do tema Escravidão, a capoeira. Diante da sugestão dada, foi estendido o convite à professora Edivany para coordenar a dança, pois a mesma tem domínio e sabe jogar capoeira. Diante de tanto compromisso, a mesma não mediu esforços e junto com outro aluno do 9º ano, começaram fazer ensaios com as crianças. Procurei trazer várias informações para sala de aula sobre essa dança-luta criada e desenvolvida pelos negros escravos, os sons e o instrumento musical utilizado.
O outro tema “índio” ficou com os alunos do alunos do 1º ano “B” que fizeram a apresentação da historinha de um indiozinho rimada com sons corporais, coordenada pela professora Ivanilda (Branca) de Literatura Infantil.
Como todo trabalho em seu desfecho passa por avaliações, acredito que o sucesso obtido dentro das metas foi satisfatório. No entanto, esse resultado soma-se principalmente a parceria, o trabalho em equipe entre nós trabalhadores em educação.
Obrigada, colegas de trabalho!






sábado, 17 de julho de 2010

"PRODUÇÃO ORAL"

Na sexta-feira (09/07/2010) foi entregue aos alunos do 1º ano “A” e “B” a atividade de casa, que era colorir um desenho e através dele criar uma história para contar aos colegas na segunda-feira (12/07/2010). Ao entregar a tarefa, disse que Mônica, Cebolinha e Cascão tinham ido passear no país da copa. (http://www.monica.com.br/diversao/passatem/colorir/images/colori151.gif).
Anunciei a todos que estaria filmando as histórias e as melhores seriam publicadas no blog. Na hora da apresentação nem todos os alunos conseguiram produzir a história, principalmente da sala “A”. Impressionante, é que na sala “B” dois alunos preferiram escrever a história e ler dentro das possibilidades deles.

ATENÇÃO: Por motivos técnicos ainda não consegui publicar a historinha do aluno Wendel

sexta-feira, 16 de julho de 2010

“DESTAQUES DE JULHO”

As atividades do mês de julho que valeriam pontos no placar das salas do 1º ano da Escola Municipal Alcino Carneiro (Alcinópolis/MS), finalizaram na quinta-feira (14/07/2010), antes das crianças entrarem de férias. Felizes ficaram principalmente os três primeiros lugares, pois além dos pirulitos distribuídos a todos também ganharam chocolate, sendo que o 1º colocado levou como prêmio uma caixa de bombons. Desta vez ouve empates no 2º e 3º lugar do 1º ano “A”.

domingo, 4 de julho de 2010

“LEITURA - DESTAQUES DO MÊS”










Uma das estratégias criadas objetivando empolgação nos alunos do 1º ano A e B da EMAC (Alcinópolis/MS) foi uma tabela exposta em cartaz com o nome dos mesmos, onde eram registrados os pontos conquistados por eles em diferentes atividades no decorrer do mês, visando especialmente o desenvolvimento na leitura. O primeiro colocado de cada sala levaria para casa um punhado de bombons e os demais foram premiados com pirulitos, sendo maior quantidade do 2º ao 5º lugar.
No momento o conteúdo que está sendo trabalhado são palavras com a letra “D”. O animal palavra-chave para as sílabas dessa letra é o dinossauro, réptil pré-histórico extinto da face da terra. A música usada para identificar o animal é:
DINOSSAURO INTELIGENTE
(Música: Pirulito que bate, bate)
Ele é grande e muito lento,
De pertinho ninguém vê.
Dinossauro inteligente
Só se vê lá na TV.
A atividade que marcaria a finalização da pontuação do mês era decifrar quatro palavras através dos numerais indicados no folheto de 101 sílabas numeradas, criado especialmente para leitura e formação de palavras. A escrita e a leitura (individual) deveriam ser corretas, sendo assim marcariam um ponto por palavra. Se houvesse empate na pontuação tinha mais duas palavras para favorecer o desempate utilizando os mesmos critérios.Os vencedores do mês de junho que levaram um punhado de bombons foram: Heryck do 1º ano “A” e Janayna do 1º ano “B”. Na sala matutina teve de recorrer à prova de desempate, onde poderão observar através das imagens das atividades dos alunos Heryck e Eduardo César. Já entre os alunos que lideravam a pontuação da sala matutina, a aluna Janayna tinha 3 pontos na frente do aluno Wendel (2º colocado) quando participaram da última atividade.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

“IPÊ NO INVERNO”






O inverno é uma estação que caracteriza temperaturas climáticas amenas. Nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste são consideradas a menos chuvosa do ano no que se refere à distribuição de chuvas. O principal sistema meteorológico é a frente fria.
Nesta estação, a atividade proposta aos alunos do 1º ano A e B da Escola Municipal Alcino Carneiro (Alcinópolis/MS), era produzir um desenho de uma árvore comum em Mato Grosso do Sul, o “IPÊ”. Geralmente a flora começa no mês de junho e vai até setembro/outubro. Os primeiros a florirem na nossa região são os ipês-roxos, depois os ipês-amarelos...
Como o objetivo do projeto desenvolvido nas referidas salas é voltado para o Meio Ambiente, nada mais justo do que a escolha dessa linda árvore, principalmente nas estações de inverno e primavera em que as mesmas ficam repletas de flores deixando a paisagem mais exuberante.
A atividade começou com a explanação das características da estação e da árvore em estudo sem mencionar o nome da mesma. Os alunos receberam a folha com trecho de um poema que citava o nome da árvore duas vezes, sendo uma delas especificando a cor da flor. Ouviam a leitura com ênfase no nome da árvore, por três vezes consecutivas. Em seguida o trecho do poema foi escrito na lousa com o auxílio dos alunos na leitura das palavras que já conseguem identificar ou letras de algumas palavras destacadas. Mas uma vez foi feita a leitura com visualização na lousa.
O objetivo era fazer os alunos conseguirem decifrar o nome da árvore após as leituras com as seguintes pistas:
– O nome possui três letras, 2 vogais e 1 consoante;
– A palavra começa com a 3ª vogal;
– Possui acento circunflexo.
Quando decifravam, circulavam a palavra e faziam a leitura individual. Se o aluno conseguisse encontrar as duas palavras com a leitura correta, marcariam 3 pontos, se encontrassem 1 palavra e a leitura fosse correta, obteriam 2 pontos e se não dessem conta de ler a palavra, marcaria apenas 1 ponto. Após essa etapa eles eram livres para elaborar o desenho, onde o destaque teria de ser a grande árvore “IPÊ-ROXO”.
A atividade foi desenvolvida no dia 29 de junho e foram selecionados os quatro melhores desenhos de cada sala.

sábado, 26 de junho de 2010

"Quem fez mais pontos na trilha?"

É hora de sabermos...Nos dias 07 e 08 de junho os alunos do 1º ano “A” e “B” da EMAC (Alcinópolis/MS) junto com a professora Valdeca, o diretor escolar João e a monitora Nilva, somaram todos os registros feitos na trilha ecológica de percepção realizada no dia 01 do mesmo mês.








Foram momentos de extrema atuação por parte dos alunos na soma dos pontos. Um cartaz ampliado foi exposto com a quantidade por espécie de todos os animais da trilha (no mesmo modelo colado no caderno para registro dos alunos na 1ª atividade), para a correção individual de cada aluno. A cada resultado mencionado por um determinado aluno, eram feitos questionamentos de raciocínio lógico envolvendo a participação de todos. Veja o exemplo abaixo:
- Aluno “X”, quantos macacos você encontrou no percurso?
Se o aluno respondeu dois macacos e na trilha havia quatro, geralmente as perguntas para a turma eram:
- Quantos macacos faltaram para ele achar?
- Quantos pontos ele marcou?
Se o aluno por acaso marcou cinco macacos e passou um da quantidade existente, marcaria os cinco pontos que o aluno citou e teria de descontar um ponto. Quando isso acontecia, eram feitos as seguintes perguntas:
- Quantos macacos havia na trilha?
Automaticamente os alunos observavam o cartaz e respondiam quatro.
- Se ele marcou cinco e havia apenas quatro macacos, quantos pontos têm que descontar?







Todos os alunos foram premiados com balas e pirulitos pela a excelente participação, mas os que ficaram nos cinco primeiros lugares receberam quantidade maior.
No primeiro ano “A” os vencedores foram:
1º lugar: Matheus
2º lugar: Leafar e Andrean
3º lugar: Beatriz Maria
4º lugar: Eduardo e Ramidiely
5º lugar: Iarlla e Yasmin
Primeiro ano “B”:
1º lugar: Vitória Milena
2º lugar: Gabriel F. e Wendel
3º lugar: Bianca
4º lugar: Janayna
5º lugar: Gabriel S.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

ERA UMA VEZ...

Duas baratinhas que cuidavam bem de sua casinha. Logo cedo elas já estavam varrendo: tchec... tchec... tchec...
- Ai! Quanto lixo!
Até que de repente... – Tilintintim, tilintintim, tilintintim – duas moedas rolaram escada abaixo.
Ficaram todas animadas, achando que estavam ricas e já podiam casar.
Guardaram o dinheiro com todo cuidado dentro de uma caixinha, tomaram banho, se arrumaram todas, botaram uma fita no cabelo e foram para a janela procurar um noivo.





Toda vez que passavam alguém, elas cantavam:
Quem quer casar
Com as duas baratinhas,
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha?

Passavam por ali dois touros, que lhes responderam com uma voz bem grossa:
- Nós queremos!
As duas baratinhas perguntaram:
- Que barulho vocês fazem de noite?
Os touros responderam:
- MUUUUUUU... MUUUUUU... MUUUUUUUU...
Elas levaram um susto:
- Ai, não! É muito barulho para eu dormir. Sai fora!
E os touros foram embora.
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Depois apareceram num bate-papo legal, dois burros.
As baratinhas cantaram:
Quem quer casar
Com as duas baratinhas,
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha?

Os burros responderam:
- Nós queremos!
Elas perguntaram:
- Que barulho vocês fazem de noite?
Os burros responderam:
- HI...HÓ! ... HI...HÓ! ... HI...HÓ! ...
Elas levaram um susto:
- Ai, não! É muito barulho para eu dormir. Sai fora!
E os burros foram embora.






Não demorou muito, vieram passando dois cachorros.
As baratinhas cantaram:
Quem quer casar
Com as duas baratinhas,
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha?
Os cachorros responderam:
- Nós queremos!
Elas perguntaram:
- Que barulho vocês fazem de noite?
Os cachorros responderam:
- AU, AU, AU, AU, AU!
Novamente levaram um susto:
- Ai, não! É muito barulho para eu dormir. Sai fora!
E os cachorros foram embora.
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Nossa! Apareceram desfilando pela rua dois gatos.
As baratinhas cantaram:
Quem quer casar
Com as duas baratinhas,
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha?
Os gatos responderam:
- Nós queremos!
Elas perguntaram:
- Que barulho vocês fazem de noite?
Os gatos responderam:
- MIAAAAAU! MIAAAAAU!
Elas levaram um susto:
- Ai, não! É muito barulho para eu dormir. Sai fora!
E os gatos foram embora.






As baratinhas já estavam quase desistindo quando apareceram dois ratos muito prosa.
E as baratinhas cantaram:
Quem quer casar
Com as duas baratinhas,
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha?
Os ratos responderam:
- Nós queremos!
Elas perguntaram:
- Que barulho vocês fazem de noite?
Os ratos responderam:
- CUIM, CUIM, CUIM!...
As baratinhas nem acreditaram que, finalmente, havia encontrado seus noivos.
- Que bonitinho! Faz de novo, faz...
- CUIM, CUIM, CUIM!...
- Agora, sim. É com vocês que queremos casar.






Eles marcaram a data do casamento e foram preparar a festança com direito a feijoada e outras comilanças.
No dia do casamento, as baratinhas, muito felizes com seus vestidos, foram para a igreja esperar pelos noivos.






José Rato e João Ratão, arrumadinhos e bonitinhos, antes de saírem, sentiram o cheiro do toucinho (era o prato predileto dos noivos metidos a espertos).
- UNH!... UNH!... Vamos provar?
Resolveram passar primeiro na cozinha.
- Casamento com a barriga cheia de vento, eu não aguento!
Eles correram até a cozinha, subiram no caldeirão e falaram com ar de moços prosas:
- Que cheirinho bom de feijoada!
E cheirou... e cheirou... e PULULUM TCHIBUM. Os ratos caíram na panela de feijão.
E aí, não teve mais jeito, foi uma perda danada. Perdeu-se os noivos e também a feijoada.













As baratinhas quando souberam, choramingando, falaram:
- Coitado dos ratinhos! Mas não ia dar certo mesmo. Casamento que os noivos gostam mais de feijão do que da gente, não ia dar certo!...













Quem ouve elas falando assim...
Acha mesmo que desistiram de casar?
Engano de vocês.
Até hoje as duas baratinhas estão na janela de sua casa, com laço de fita na cabeça e cantando assim:
Quem quer casar
com as duas baratinhas,
que tem fita no cabelo
e dinheiro na caixinha?